RPGArautos Podcast 03 – Mais caminhos em Pathfinder – Relançado

Salve salve galera. Eis que nos aproximamos do fim do ano e pensando nos novos caminhos que a vida nos dará, lançamos o podcast sobre Pathfinder! Afinal, por que não começar o ano com um novo sistema de RPG?

Neste podcast Paladino San, Daniel “Elfo/ranger/argentino” Cenoz, Sembiano e Dracobahamut conversam sobre as diferenças de Pathfinder para a 3.X e a 4E.

Saiba também que tinha uma múmia numa sacola mágica e como colocar uma montaria sagrada num saco infinito.

Eis o site do nosso amigo Dracobahamut

http://dracobahamut.wordpress.com/

E os twitters:

@dracobahamut

@sembiano

@danielcenoz

@Paladino_San

 

Nosso novo feed pelo itunes é:

http://feeds.feedburner.com/RPGArautos

Para quem prefere fazer o download manual:

http://media.blubrry.com/vtt/p/www.terceiraterra.com/audio/rpgarautos-20111221_pathfinder.mp3

Ouçam, divirtam-se e boas festas! Até o próximo ano!

Paladino San

 

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Publicado em: 11 fev 2012 por: | Este post tem 10 Comentários.
Categorias: Podcast
RPGArautos Podcast 03 – Mais caminhos em Pathfinder – Relançado

10 Comentários | Clique aqui para Comentar!

  • Gostei pra caramba!!! Bem animado e muito bem organizado.

    Comentário by Woodstock — 22 de dezembro de 2011 @ 0:32

  • Legal vcs fazerem um episódio sobre Pathfinder mas notei alguns erros, vou falando aqui de cabeça:

    1 – Não da para quebrar itens mágicos? Da sim, só é mais difícil. Agora usar sunder não significa jogar o item fora. O item fica primeiro Broken, oq da várias penalidades para quem usa mas pode ser consertado depois com magia, se vc realmente estiver muito afim de quebrar o item vc ainda pode quebrar.
    2 – Personagem da 3.5 é mais fraco. O erro ai é q vc tá falando d usar a ficha direta, ou seja, as classes da 3.x com PF. A ideia não é essa, vc converte o personagem para as regras do PF antes de jogar, não é como o Essentials. Na teoria o poder seria exatamente igual. A unica coisa q pode gerar problema são mais por nuances, como a falta de um feat novo ou algo assim.
    3 – Quanto a tradução do PRD. Eu sou membro do grupo e posso dizer q estamos quase terminando o Core Rulebook, eu creio que hoje ou amanhã terminarei o capitulo de Itens Mágicos e portanto só vão faltar algumas magias e o Glossário que é bem pequeno. Ainda vamos precisar revisar tudo, mas em termos de tradução apenas vai estar tudo pronto e disponível no site.
    4 – Eu tenho o Herolab e recomendo. Na verdade com o pacote básico não vem só o Core Rulebook, vem também o Advanced Player’s Guide e o Inner Sea World Guide.
    5 – Muitas das opções que o Dracobahamut disse q tornam criar o personagem mais complexo são de suplementos e não do jogo básico.
    6 – Pelo q entendo da 4e as aventuras atuais da Wizards não tem continuidade, as da Paizo tem e cada ano tem um plot maior ligando todas as aventuras (2010 foi o Ano da Loja das Sombras (Year of the Shadowlodge) e 2011 o Ano da Fênix de Rubi (Year of The Ruby Phoenix)
    7 – Muitas aventuras da série Pathfinder Modules (q tem aventuras geralmente soltas, as vezes com continuações opcionais mas nada muito grande) podem ser mestradas como aventuras da Pathfinder Society usando material extra disponível gratuitamente no site da Paizo.
    8 – Faltou vcs falarem algo muito importante. Que Pathfinder é o RPG mais vendido do mundo desde a metade desse ano, o primeiro a ultrapassar D&D por dois trimestres seguidos em toda a história do RPG. E a tendência é se manter assim.
    9 – Outra coisa que vale lembrar. Eu duvido que mesmo os jogadores que mais amam a 4e confiem 100% na Hasbro/Wizards, eles sabem que uma corporação de capital publico não é a forma ideal de administrar uma propriedade como D&D. Agora pergunte a fãs de PF se eles confiam na Paizo. Pode ter certeza que eles vão dizer que sim. Qualquer pessoa pode toda a terça-feira conversar em um chat com os chefes da linha e principais escritores da Paizo. Alguem já viu isso antes, até mesmo nos dias da TSR?

    Finalmente sobre minha própria opinião acho que Pathfinder não é muito grande no Brasil por uma série de razões que vou tentar elucidar abaixo.

    Muita gente esquece mas nem todo o RPGista brasileiro fala inglês, tem uma porrada de livros, compra do exterior ou até mesmo corre atrás de noticias sobre os jogos. A visão que muitos tem dos rpgistas brasileiros na verdade se refere a uma pequena fatia, uma espécie de “elite” do RPG nacional que em sua maioria prefere a 4e ou torce o nariz para D&D/PF em geral, preferindo sistemas mais alternativos. Os outros provavelmente nem saber que Pathfinder existe e se sabem não vão comprar.

    Pathfinder RPG não será lançado oficialmente em português. Isso é uma REALIDADE. O formato do livro é proibitivo para que ele seja lançado por uma empresa q não possa fazer um grande investimento e a Paizo não permite mudanças no formato (Como a Jambô fez com M&M para baratear, por exemplo). Mesmo os livros d PF dos EUA são impressos na China para baratear os custos.

    Falando da Jambô ela não vai lançar PF devido a própria falta de visão da empresa que considera Tormenta RPG um substituto nacional para o Pathfinder. Mesmo se ela quisesse lançar eu não sei se isso seria viável financeiramente.

    Pelo que li em um post antigo no blog do D3 obrigações contratuais da Devir com a Wizards proibiam ela de publicar Pathfinder. Não sei se é verdade, mas mesmo sen ão for acho dificil a Devir querer competir com si mesma.

    Eu até acho que vamos ver um crescimento do Pathfinder no Brasil em um futuro próximo graças a ascensão do PF no resto do mundo esse ano mas eu duvido que esse crescimento vai ser tão grande quanto no resto do mundo. Mesmo com a tradução do PRD provavelmente saindo ainda esse ano ou em Janeiro de 2012 ela só vai estar disponível para quem usa internet para esse tipo de coisa e nem todo mundo tem um tablet, um notebook ou um sistema de impressão mais econômico para poder levar para mesa a nossa tradução.

    Comentário by Tabris — 22 de dezembro de 2011 @ 0:54

  • Tabris,

    Gostei muito do seu comentário e entendo a maioria de seus questionamentos. Deixamos muita coisa de lado sobre PF porque a nossa gravação tinha míseras 5 horas – e creio que são poucos os ouvintes que iriam ouvir tudo – por isso priorizamos, durante a edição, alguns temas mais gerais que podem vir a atrair um público maior para este RPG que cada vez mais tem conquistado fãs.
    Gostaria de dizer também que o podcast conta – ou melhor dizendo precisa – desse feedback de vocês ouvintes, que ao mostrarem nossos erros e acertos nos estimulam a continuarmos melhorando, para podermos dar-lhes algo à altura do que vocês merecem.
    Quanto à tradução que o grupo de vocês está a fazer, dou – pessoalmente – meus parabéns pela iniciativa e torço para que mesmo com as dificuldades de acesso ao grande público vocês consigam divulgar o nosso querido hobby.
    E claro, se não for pedir muito, mande-nos o link quando seu trabalho de tradução de PF estiver pronto assim podemos prestigiá-lo.
    Saudações,
    Paladino San

    Comentário by paladino_san — 22 de dezembro de 2011 @ 14:39

  • Ah, a tempo ainda de comentar… se os dados em 2012 colaborarem, faremos um só sobre PF Society

    Comentário by paladino_san — 22 de dezembro de 2011 @ 14:40

  • Blz Paladino. Quem sabe terminando o PRD se a Paizo der permissão eu possa traduzir as aventuras gratuitas da PF Society, só n garanto que eles dariam essa permissão, teoricamente n temos nem para o PRD, embora o OGL permita, pq o lider do projeto (não sou eu) ainda n mandou e-mail para a Paizo perguntando.

    Comentário by Tabris — 22 de dezembro de 2011 @ 17:24

  • Ok, que seu líder role bom dados em Bluff!!!!rs

    Boas festas

    Comentário by paladino_san — 22 de dezembro de 2011 @ 19:04

  • Opa,

    Apenas esclarecendo alguns tópicos levantados pelo Tabris e opiniões são sempre muito bem vindas, mas temos que no meu ponto de vista separar o que são erros baseados em fatos, daqueles que são opiniões pessoais e pontos de vistas, sempre com muito respeito a todos, mesmo que não concorde vez ou outra.

    Não vejo como erro questionar a adaptabilidade direta de Pathfinder ao D20 3.5, principalmente porque a própria Paizo levantou esta bandeira na oportunidade comentando que o material 3.5 era 100% utilizável dentro de Pathfinder. Foi por isso que utilizamos das classes como exemplo de que na ficha existe uma diferença de poder considerável entre as versões na minha opinião.

    Sobre a complexidade maior do personagem concordo com o Dracobahamut, mesmo no livro Core de Pathfinder um Ranger e um Barabaro por exemplo tem uma quantidade maior de poderes e características para um jogador administrar do que na versão D20. Isto na minha opinião os tornam mais complexos no contexto de game design, mas com certeza melhores funcionalmente e para muitos mais verossímil, onde esta a grande sacada de Pathfinder na minha opinião.

    Referente a Pathfinder vender mais, isto não foi diretamente citado pois a fonte que divulgou esta noticia a qual veículamos aqui no site é o portal ICV2, que para sua análise utiliza de percepção de proprietários de lojas que comercializam RPG nos EUA e isto é feito através de entrevistas, não da utilização de números concretos de vendas. Além disso, esta análise não engloba as vendas nos grandes retailers(ex: Amazon, B&N, etc…) e receitas das iniciativas on line, não é própriamente um fato e sim um indício.

    Para finalizar, sou um fã de D&D e acredito ser a Wizards ainda a melhor empresa para tocar a marca e não vejo que o fato da Hasbro ter capital aberto atrapalhe neste desenvolvimento e conheço muitos outros jogadores de 4e como eu que pensam o mesmo, assim como conheço outros que jogam 4e que pensam diferente. Realmente não vejo na base de jogadores de 4e uma unanimidade que gostaria de outra empresa tocando a marca, apenas pessoas com opiniões diferentes.

    Ficam minhas palavras e opiniões pessoais para a reflexão e discussão.

    Comentário by sembiano — 23 de dezembro de 2011 @ 1:46

  • Opa, na correria de fim de ano só consegui ouvir o podcast inteiro hoje. Putz, eu estava um autista que cheirou pó, fique nervoso e ai a gagueira atacou mesmo. As pessoas me perguntavam uma coisa e eu respondia outra, eu estava on fire ! (Me desculpem mesmo, deve ter dado trabalho para editar).
    Quanto aos questionamentos do Tabris:

    1- Pois é, eu até estava escutando o episodio 11 do pathfinder podcast e isso está bem claro. Do jeito que era antes os itens não são destruídos. Agora existe um estado intermediário entre “tudo ok” e “já era”. Isso ajuda aos personagens não perderem seus amados itens tão facilmente e o mestre poder usar sunder em combate sem que os jogadores parem de falar com ele, mas se ele REALMENTE quiser destruir um item ele pode.
    2- Como eu tentei dizer no podcast, alguns personagens sofrem mais que os outros, mas se a campanha não for demasiadamente pró-otimização é possível o jogo prosseguir tranquilo. Eu por exemplo mestro aventuras da fase 3.5 da Paizo sem problemas usando pathfinder.
    5- Eu sinto essa complexidade na hora de explicar as regras para um jogador novo, se ele realmente fizer questão de saber o que faz todas as possibilidades de personalização de qualquer personagem, vai levar MUITO tempo. Mas comparando com o 3.5, o Pathfinder funciona bem mas tranquilo só com as opções básicas e regras avançadas só deve usar quem quer.

    Comentário by Draco Bahamut — 26 de dezembro de 2011 @ 22:02

  • [...] ouvir este dragão falando que nem um autista pegando fogo é só visitar o link: http://www.rpgarautos.com.br/rpgarautos-podcast-03-mais-caminhos-em-pathfinder/ e tentem não sentir muita vergonha alheia por mim. Também quero agradecer aos Arautos do RPG [...]

    Pingback by Clairaudiance – Os 46 minutos mais longos da minha vida « Fala dragão ! — 26 de dezembro de 2011 @ 22:28

  • [...] ouvir este dragão falando que nem um autista pegando fogo é só visitar o link: http://www.rpgarautos.com.br/rpgarautos-podcast-03-mais-caminhos-em-pathfinder/ e tentem não sentir muita vergonha alheia por mim. Também quero agradecer aos Arautos do RPG [...]

    Pingback by Clairaudiance – Os 46 minutos mais longos da minha vida « Fala Dragão — 1 de fevereiro de 2012 @ 21:48

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